“Conexão Vivo no Inimá” abre programação de shows (Belo Horizonte/MG)


De outubro a dezembro, artistas de Minas Gerais, São Paulo e da Bahia se apresentam no palco do museu

No período de 10 de outubro a 18 de dezembro, o Conexão Vivo no Inimá, projeto patrocinado pela Vivo com o objetivo de dar visibilidade a talentos brasileiros da música, reunirá artistas no Museu Inimá de Paula. Duas vezes por mês, os artistas mais talentosos e autênticos do país vão mostrar seus trabalhos nos mais variados shows. O Conexão Vivo no Inimá é uma plataforma de lançamentos de discos e DVDs e tem a proposta de privilegiar artistas do Brasil, dando espaço para os novos ou para aqueles que já percorreram uma estrada. É realizado através da Lei Federal de Incentivo à Cultura e tem patrocínio do Conexão Vivo.

Sobre o “Conexão Vivo no Inimá”

Há alguns anos, o No Inimá – Música e Artes surgiu com o propósito de promover a música feita pelos jovens artistas de Belo Horizonte em um endereço privilegiado: rua da Bahia, centro da cidade, no prédio que hoje abriga o Museu Inimá de Paula. O ano era 2009 e, naquele palco, subiram artistas como Érika Machado, Pedro Morais, Grupo Ramo, Lucas Avelar e Dead Lover’s, que apresentaram a eclética produção musical contemporânea, marcando o primeiro ano de realização do projeto na capital.

Com um hiato de um ano, 2011 abrigou a segunda edição do “No Inimá”, dessa vez como ação estruturante do Conexão Vivo, plataforma de estímulo à cadeia produtiva da música brasileira que trouxe a público os CD’s produzidos dentro do programa, em Minas Gerais. E foi assim que nasceu o “Conexão Vivo No Inimá”no qual, em seis noites memoráveis, no ano passado, foram lançados os discos de Garbo, Limão, Tom Nascimento, Julgamento, Gustavo Maguá e Misturada Orquestra.

Este ano, pela primeira vez foram abertas as portas para a produção de outros estados para receber no palco do Museu Inimá de Paula os baianos da Rádio Mundi, os paulistas André Mehmari e Chico Pinheiro, que se uniram a Sérgio Santos e formaram o novíssimo TRIZ, Paulo Belinatti que, junto à mineira Déa Trancoso, chega para mostrar o belo disco “Flor do Jequi”.  A música feita em casa não poderia faltar: os garotos da banda The Hells Kitchen Project fazem o bom e velho rock ‘n roll, reinventado sem guitarra, além do lendário baterista Esdra Neném Ferreira, que abre a programação.
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